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O capital de saber fazer e a reputação que a nossa indústria estabeleceu têm de ser as bases para o sucesso futuro

O capital de saber fazer e a reputação que a nossa indústria estabeleceu têm de ser as bases para o sucesso futuro

29 Jul, 2020

O Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital presidiu à Cerimónia de Tomada de Posse dos Órgãos Sociais da APICCAPS hoje, em Felgueiras. Pedro Siza Vieira deixou uma palavra de confiança, garantindo que o setor deve encontrar no saber-fazer e na reputação as bases para o sucesso. “Fiquei particularmente inspirado pelas palavras do , agora reconduzido, presidente da apiccaps. O capital de saber fazer e a reputação que a nossa indústria estabeleceu têm de ser as bases para o sucesso futuro deste setor”.












O Ministro começou por enquadrar aqueles que são os desafios estruturais da indústria, nos últimos anos “temos identificado e temos trabalhado em articulação com a APICCAPS e com toda a fileira da moda a possibilidade de continuarmos a trabalhar nas prioridades definidas pelo próprio setor para os próximos anos. A forma como se faz a comercialização, como se contacta com os consumidores, a forma como se produz, a capacidade adaptação dos processos e dos produtos às preferências dos consumidores, agora mais orientados para questões da sustentabilidade, a eficiência de processos para conseguir manter competitividade, a forma como se projeta e desenvolve produto”.












A todos estes desafios anteriores somou-se a propagação mundial pandemia “Além dos desafios estruturais que o setor enfrentava, abate-se esta dificuldade, colocando mais pressão nas empresas. É um momento particularmente difícil. A quebra muito abrupta da procura global em todos os setores coloca dificuldades a todas as empresas, em todos os setores, particularmente naqueles mais dirigidos ao consumo e, mais especificamente, aos setores que produzem bens que os consumidores utilizam mais frequentemente quando se deslocam. Logicamente, em casa, não compramos sapatos”.












No entanto, o responsável pela pasta da economia, deixou palavras de confiança. “Isto não dura para sempre. Temos uma certeza: a humanidade vai ultrapassar isto. Todas as projeções internacionais apontam que o pior desta contração económica violenta já ficou para trás. Vamos assistir a uma retoma, que será naturalmente mais lenta em alguns setores e mais rápida noutras, vai ser muito desigual e incerta, mas vai acontecer”.












“Vamos atravessar momento difíceis. O primeiro embate desta pandemia sobre as empresas foi critico: encerramento da atividade, quebra muito abrupta das exportações e uma grande necessidade de adaptar locais de consumo e de fabrico às necessidades de proteção que agora enfrentamos. Vão ser meses em que as empresas vao precisar de continuar a construir resiliência, vao contar também com a articulação mais próxima possível com as instituiºões publicas de forma a conseguirmos desenhar estratégias para lidar com o embate desta quebra muito significa da procura, para mantermos a possibilidade de conseguimos construir o futuro que este setor merece.












A essa propóstio Pedro Siza Vieira garantiu que os apoios europeus serão uma oportunidade de crescimento para as empresas. “Os recursos que teremos disponíveis para a próxima década, 60 mil milhões de euros, provenientes da União Europeia, são absolutamente inéditos em dimensão e em flexibilidade de utilização. E aqueles que têm mais capacidade para estar mais estruturados e articulados são aqueles que pdoerao melhor desenvolve ro plano de investimento para os próximos”.

























A defesa do comércio livre












A defesa de um comércio livre e justo dentro da União Europeia é também uma prioridade para Portugal. De acordo com Siza Veira, “Portugal colocou no programa do trio de presidência que agora integra (com a Alemanha e a Eslovenia) a questão da revisão das linhas gerais de comercialização da UE. Temos defendido no Conselho Europeia que as empresas europeias enfrentam no acesso ao mercado interno da União a concorrência de produtores que não estão sujeitos aos mesmos encargos (que se refletem em custos de produção) decorrentes das muito exigentes regas ambientais que a UA impõe a industria. As exigências sociais e laborais, tao importantes para assegurar a prosperidade da nossa comunidade, na0o saoa quelas que concorrentes de fora da EU enfrentam”.












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