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Design para a circularidade

Design para a circularidade

4 Mar, 2021

Conheça as conclusões do último dia da Semana da Responsabilidade Ambiental.


Conheça hoje as conclusões do quinto, e último, dia da Semana da Responsabilidade Ambiental.

O QUINTO DIA E A CIRCULARIDADE
Chegados ao quinto e último dia desta semana de seminários digitais, era necessário fechar o círculo, voltando ao que é o início de qualquer produto: o design e, portanto, o tema de encerramento foi apropriadamente o “Design para a Circularidade”. Um assunto que juntou em conversa, Hugo Teixeira, da Urbanfly; Vítor Mendes, da ISI; Rui Moreira e Rita Souto, ambos do CTCP.
Partindo do conceito do ecodesign, que Rui Moreira definiu como “absolutamente crítico para que o produto tenha o menor impacto ambiental possível, quer no processo de produção, quer ao longo do seu ciclo de vida”, os participantes abordaram ainda outros temas complementares: como a importância das certificações, nomeadamente da norma ISO 14001; da formação; e de definir uma estratégia para a sustentabilidade.
No caso das normas, Vítor Mendes, referiu que a sua implementação “só vem trazer eficácia, quer a nível produtivo, quer a nível de limpeza e organização”.
Já em relação à formação, o sócio gerente da ISI afirmou que “não tem dúvidas” sobre a sua importância, explicando que “já há muitos anos” que é uma aposta da marca, nas mais diversas áreas, incluindo no design. Com opinião similar, Hugo Teixeira identificou ainda o peso interno da formação que, na sua opinião, garante “mais compromisso da empresa e dos funcionários”, mas também “mais entreajuda”, e finalmente “mais rentabilidade”. Nesse âmbito houve ainda espaço para a apresentação da nova formação do CTCP – Design 4 Circle – um curso em formato de e-learning que resultou de um projeto europeu, desenvolvido durante dois anos, em conjunto com outros parceiros europeus, de mais setores para além do calçado, nomeadamente do setor têxtil.
Por fim, Rui Moreira reforçando que as normas são uma base, realçou um conceito basilar: a importância das empresas definirem uma estratégia de sustentabilidade, explicando que, uma vez que é “quase impossível (…) abarcar todos os aspetos da sustentabilidade” torna-se fundamental “escolher caminhos e estratégias, de acordo com o que é o posicionamento do produto” e o que se quer “apresentar no mercado”.
E com a semana de seminários terminada, no final ficou uma certeza: o setor do calçado nacional não está a olhar para o futuro, está a fazê-lo acontecer.





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